|
|
Fundação
A Federação Portuguesa de Airsoft foi fundada a 31 de Janeiro de 2005, na AEP do Porto, mas o processo de sua criação advém desde o ano de 2002, periodo marcado por um crescimento acentuado do número de jogadores nacionais, e da necessidade de um órgão que os representasse da forma mais eficaz e digna possível, sobretudo ao abrigo da já prevista renovação da lei de armas e suas munições.
A FPA surge para afirmar o Airsoft como uma prática desportiva séria e isenta de intenções nefastas e anti-sociais. Devido à susceptibilidade que as armas de Airsoft fomentam, a filiação em clubes ou federações confere ao praticante uma justificação plausível de posse de réplicas utilizadas para o efeito. A FPA existe para representar o Airsoft em Portugal, tornando-se num símbolo de veracidade e autenticidade perante a sempre crescente comunidade, representando-a e defendendo-a sob toda e qualquer circunstância.
A Lei 06 de 2005 veio trazer muitas mudanças no que diz respeito à legalidade do Airsoft em Portugal. A FPA assume-se na linha da frente na informação e elucidação do praticante, na representação e defesa deste perante situações injustas e mal interpretadas e na necessária afirmação do Airsoft como um desporto. Assim, a FPA canaliza os seus esforços para as questões essenciais e determinantes que garantem a continuação legal e socialmente aceite do Airsoft em Portugal.
Propósitos
De uma forma sucinta, a FPA apresenta os seguintes objectivos como motivos para a sua existência:
- Estabelecimento de regras de natureza funcional (relacionado com as importações e comércio de equipamento e réplicas de Airsoft) e de natureza legal.
- Edificação de um conjunto de regras oficiais para prática de eventos reconhecidos pela Federação.
- Relacionamentos com órgãos policiais e camarários, e obtenção de meios e apoios para instituir uma sede física e num futuro mais distante, delegações.
- Trabalho e manutenção da imagem do Airsoft perante a sociedade, dissuadindo perante a comunicação social qualquer confusão entre a prática desportiva e qualquer actividade alheia à Federação e à modalidade.
- Apoio ao desportista. Fornecimento e venda de equipamento às prestações, fomentando a adesão de novos membros incapazes de se auto-lançarem.
- Apoio aos clubes. Realização de campanhas promotoras à adesão de clubes à federação, apelando à sua legalização.
- Criação de serviços apelativos aos clubes tais como descontos em empresas, impressão de cartões de identificação e alojamento web.
- Programas de divulgação. Realização de entrevistas, reportagens e outras aproximações de massa, assim como incursões a escolas, faculdades e outros clubes, colocando a federação como marca de autenticidade.
- Promoção, junto das comissões que vão coadjuvar a associação, das regras para o desporto. Que adicionando as regras impostas por cada organização de jogos, a inclusão de regras gerais nacionais (nomeadamente de segurança, saúde, e de carácter cívico).
|